Author: rodino

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O artigo de hoje é bastante especial para nós da FLEX Interativa. É com muito orgulho que trazemos a notícia desse prêmio conquistado por nossa equipe. Em especial, o motivo de tanto orgulho é o fato de que a ideia do projeto nasceu aqui mesmo, dentro de casa, liderado por mim e pelo Fernando Godoy, meu sócio. É sempre muito gratificante quando um conceito se traduz em realidade e, além disso, gera valor para a sociedade como um todo.

Antes de falar do case, vamos contar um pouco sobre o prêmio. Há três anos a HP e a Dscoop entraram em parceria para sediar um concurso especial. O Inspiration Awards é voltado à celebração da excelência em design de impressão usando máquinas e equipamentos HP.

O concurso reúne iniciativas inspiradoras e as expõe para o resto do mundo, mostrando referências e tendências que poderão ser seguidas em diversos segmentos do mercado. Esse fato que torna a honra de recebermos esse reconhecimento ainda maior: são participantes do mundo inteiro!

Neste ano de 2018, a Flex Interativa e a Indemental Gráficos ganharam o prêmio máximo na categoria Bebidas, com o rótulo em realidade aumentada para a Cervejaria Leuven. No rótulo da Leuven IPA Dragon Beer utilizamos um reflexo multicolorido e aplicamos laminação de brilho para criar um impacto imediato. Para destacarmos a marca ainda mais no já competitivo mercado de cervejas artesanais, incorporamos a tecnologia de realidade aumentada.

A Realidade Aumentada faz com que os personagens, que estampam os rótulos das garrafas, ganhem vida quando observados pela câmera de um smartphone ou tablet. Além disso, os rótulos exibem informações complementares sobre os produtos – algo que não pode ser lido na versão impressa das garrafas.

Quando pensamos nesse projeto, nos preocupamos bastante em conceber uma ideia que desse à marca o destaque ela que merecia e que ela precisava ter para se fortalecer no segmento. Foi justamente a visão da equipe de criação da FLEX, que acreditou no projeto desde o piloto, que garantiu o resultado final tão gratificante !

O resultado dessa ação gera para o consumidor uma experiência única no consumo do produto, além de oferecer informações detalhadas de uma forma inovadora. Além de toda a satisfação com o prêmio conquistado, temos muito orgulho dos resultados gerados para a marca. Com a aplicação da Realidade Aumentada no rótulo, foi possível:

  • Crescer em 50% o valor de vendas de produto, por conta de uma abertura comercial conquistada em uma rede de mercados carioca;
  • Impulsionar a captação de recursos para o crowdfunding da marca, pois ela foi imediatamente posicionada no setor de uma forma única e diferenciada;
  • Conquista de um status de destaque com a aplicação da ferramenta visual nos rótulos dos produtos.

Queremos agradecer imensamente à toda nossa equipe e aos parceiros que, certamente, tem grande participação neste prêmio! Estamos muito orgulhosos, muito felizes e animados para os próximos projetos! Para saber mais, confira também o estudo de caso que fizemos sobre o Case de Sucesso Flex Interativa & Cerveja Leuven clicando aqui.

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A realidade aumentada é uma tecnologia que tem proporcionado resultados cada vez melhores às empresas que a utilizam. Mas, afinal, qual será a explicação para o sucesso dessa “nova” forma de falar com o público? É claro que a resposta para essa pergunta não é objetiva. Na verdade, diversos aspectos estão por trás desses bons resultados. Sendo que um deles é o fato de a realidade aumentada ter um grande potencial de agregar valor às marcas.

Por isso, mostraremos abaixo alguns aspectos relativos à realidade aumentada que fazem com que ela agregue valor às marcas. Veja os detalhes sobre cada um deles e entenda porque esses fatores são tão relevantes!

Interação extremamente realista

O fato de ela fazer com que o público interaja mais com as marcas é umas das principais características da realidade aumentada. Sendo que essa interação é muito realista. As pessoas têm a sensação de que estão tocando aquela marca, interagindo fisicamente com ela.

Na verdade, a realidade aumentada gera uma experiência imersiva, despertando uma série de sentimentos nas pessoas. Consequentemente, as marcas que utilizam essa tecnologia ganham valor na medida em que o público percebe algo de diferente nelas. Gerar novas experiências atrai mais pessoas, aumenta o engajamento e ajuda também na fidelização. Ou seja, há um grande ganho de valor perante a visão do público.

Elevado potencial de reter a atenção

Até como consequência do que foi destacado acima, a realidade aumentada também tem um elevado potencial de reter a atenção do público. Atualmente, em um espaço de poucos minutos, diversos anúncios tentam nos impactar. Ou seja, há uma grande competição entre as marcas na tentativa de atrair a atenção das pessoas.

Diante disso, aquelas que conseguem fazer isso por meio de uma “ferramenta” inovadora tendem a atrair mais pessoas e também reter mais a atenção delas. Aliás, é até interessante ressaltar que muitas marcas (utilizando-se de variadas ferramentas) até conseguem atrair o público. Porém, existe uma grande dificuldade em reter a atenção por um tempo necessário para que seja criado um entendimento da proposta do anúncio.

Desse modo, como a realidade aumentada retém a atenção e faz com que seja criada uma relação mais ampla, um melhor entendimento da mensagem que a marca quer passar ao público, ela gera muito valor. Até porque, essa compreensão a respeito daquilo que está sendo dito por quem vende um produto ou serviço é o primeiro passo para que as pessoas se tornem consumidoras dele.

Redução dos custos e expansão dos limites dos produtos

Há casos em que a realidade aumentada gera a redução dos custos de um produto e expande os seus limites. Isso ocorre principalmente no segmento de jogos. Essa tecnologia permite que um produto seja compactado, ou seja, fisicamente reduzido. Sendo que isso, naturalmente, reduz os seus custos de produção. Essa redução é compensada exatamente pelas alternativas viabilizadas pela realidade aumentada. No caso de um jogo, por exemplo, ela passa a ser usada para complementá-lo.

E o melhor é que isso permite que o produto seja expandido, inclusive possibilitando a realização de atualizações. Tudo isso agrega mais valor ao produto e ainda reduz o seu valor final. Ou seja, passa-se a ter um produto melhor e mais barato. Logo, a consequência natural disso é o aumento das vendas.

Conclusão

Obviamente, os três aspectos mencionados acima são apenas alguns dos que proporcionam à realidade aumentada agregar valor às marcas. Existem vários outros fatores (que certamente serão explorados nos nossos próximos artigos) envolvidos nessa questão.

De qualquer modo, esses três exemplos já nos dão uma noção clara do potencial dessa tecnologia. Até porque, como foi ressaltado no último aspecto, ela pode ter influência direta na redução dos custos de um produto e expandir os limites dele, levando-o a obter melhores resultados em suas vendas. Ou seja, além de diversificada, a forma como a realidade aumentada agrega valor às marcas é bastante efetiva.

Felizmente, por terem uma ideia mais ampla sobre a realidade aumentada, algumas marcas enxergam e valorizam o potencial da realidade aumentada. Isso acontece por conta da compreensão de que o valor gerado pelo uso dessa tecnologia reflete nas vendas. Cada vez mais marcas estão se atentando para isso e implementando a realidade aumentada em suas estratégias de marketing. Isso é muito positivo para elas, para o mercado em geral e, principalmente, para o público!

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Tópicos: Realidade Aumentada

A utilização da realidade aumentada é cada vez mais comum em ativações de marketing. No entanto, muitas empresas que investem alto nessa alternativa não conseguem obter o retorno esperado. Sendo que isso acontece, na maioria dos casos, por conta de ações equivocadas. Um exemplo disso é usar a realidade aumentada para simplesmente apontar para uma embalagem e focar exclusivamente nos benefícios do produto.

O papel do marketing de ativação é apresentar uma marca ou um produto ao mercado. Logo, é essencial que, antes de enfatizar benefícios, seja gerado algum valor para o público. Mas, afinal, como é possível fazer isso?

É exatamente para responder a essa pergunta que o nosso artigo de hoje mostrará como a sua empresa pode se destacar utilizando a realidade aumentada para embalagens de produtos. Confira atentamente e fique totalmente por dentro dessa questão!

Por que muitas empresas não obtêm bons resultados com a ativação de marketing utilizando a realidade aumentada?

Mesmo fazendo grandes investimentos, muitas empresas não conseguem o retorno desejado com a ativação de marketing utilizando a realidade aumentada. Sendo que, na realidade, existe uma explicação lógica para isso.

A verdade é que usar a realidade aumentada para destacar unicamente os benefícios de um produto é uma escolha inadequada. Por isso, como muitas empresas insistem em fazer isso, fica difícil obter um retorno efetivo.

Utilizando como exemplo o desenvolvimento de aplicativos para serem disponibilizados nas lojas digitais, especialmente a Apple Store, é difícil conseguir a aprovação de um App que tenha como intuito exclusivamente promover uma marca. As lojas têm certa resistência a aplicativos com essa característica simplista.

E, de um modo geral, o público também não demonstra muito interesse por aplicativos e quaisquer outras ações de marketing de ativação que foquem na apresentação dos benefícios do produto. Até porque, é elevada a quantidade de telas e anúncios tentando chamar a atenção das pessoas atualmente. Dessa forma, ações focadas apenas em features de produto tendem a ser relativamente ignoradas pelo público.

Como obter um bom retorno e se destacar utilizando a realidade aumentada na ativação de marketing?

Diante do que foi destacado no tópico anterior, fica a dúvida sobre quais devem ser as características das ações de ativação de marketing que utilizam a realidade aumentada. Pois bem, no tocante a essa questão, é necessário que sejam desenvolvidas ações que não visem unicamente promover o produto. O ideal é que elas também levem até o público algum conteúdo relevante, que gere valor para as pessoas.

Para exemplificar isso, vamos considerar a criação de um aplicativo para uma empresa de alimentos. Escolhemos esse exemplo porque, recentemente, a Flex Interativa recebeu uma solicitação de um cliente, no caso uma marca de bolos, para que fosse desenvolvido um aplicativo mostrando os benefícios de usar um determinado produto da marca.

Assim, levando em conta a necessidade de entregar também algum conteúdo relevante, nesse caso específico, fizemos duas recomendações ao cliente. Foram elas:

  • Colocar no aplicativo algumas receitas exclusivas;
  • Trabalhar com um chef renomado para dar credibilidade ao conteúdo de receitas, por exemplo.

Ao fazer isso, embora tivesse como intuito principal apresentar os benefícios do produto, o aplicativo também levaria valor às pessoas. Com isso, aumentariam consideravelmente as chances de ele despertar o interesse dos usuários.

Conclusão

Diante do que foi exposto acima, pode-se concluir que, para se destacar utilizando a realidade aumentada para embalagens, simplesmente apresentar os benefícios do produto não é o bastante. É necessário buscar maneiras de associar algum valor (conteúdo relevante) a esses benefícios. Sem fazer isso, torna-se complicado realizar uma ativação de marketing eficiente utilizando a realidade aumentada.

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Quem já viveu uma experiência de realidade virtual sabe que quando é preciso tocar alguma coisa, imediatamente a imersão é quebrada. As imagens dizem ao seu cérebro que você está segurando algo, mas você não tem a sensação tátil, o que faz a magia perder um pouco a graça.

A Microsoft está tentando resolver este problema. Um grupo de pesquisadores da Microsoft Research está trabalhando em uma potencial solução para isso com um dispositivo curioso.

O acessório tem o formato parecido com os controles de realidade virtual atuais e apresenta um gatilho com encaixe para o dedo. O gatilho é o grande destaque do dispositivo. A peça é um pequeno braço mecânico que reage ao “toque” de objetos virtuais.

Trata-se de uma plataforma que se movimenta de acordo com a superfície do objeto tocado. Se você passar o dedo virtual sobre uma bolinha, a plataforma vai se mexer para tentar replicar o toque nesta esfera. São utilizadas tecnologias distintas que funcionam em conjunto e harmonia para tornar os objetos virtuais palpáveis.

Na teoria soa estranho, mas na prática se mostra eficiente e divertido. O braço mecânico aproxima, afasta ou impede o movimento de seu indicador automaticamente, criando a impressão de um objeto sendo tocado.

O dispositivo, chamado Claw, possui uma combinação de servo-motores, sensores de força e atuadores de bobina de voz que simulam vários outros efeitos, como o coice de uma arma ao ser disparada e a textura de um objeto tocado.

A Microsoft Research apresentou várias outras ideias para melhorar nossas experiências e jogos em realidade virtual. Uma das mais interessantes foi o conjunto de sensores hápticos que controlam o posicionamento de seus controles, permitindo que os usuários os trate como itens separados ou como parte de um dispositivo maior.

A Microsoft tem investido em processos de controle por movimentos de mão já há algum tempo. Em 2013, a empresa demonstrou uma navegação pelo Windows usando gestos que eram reconhecidos pela câmera do Kinect, um acessório lançado junto com o console de vídeo game Xbox 360.

Em 2012, a Microsoft anunciou que estava trabalhando com tecnologia de realidade aumentada. Mais tarde, a empresa lançou o HoloLens, óculos de realidade virtual oficial da marca.

A tecnologia de realidade virtual vai estar presente praticamente de forma unânime no futuro, e as gigantes de tecnologia estão trabalhando arduamente em suas respectivas plataformas para oferecer a melhor opção para o usuário final.

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Gigante das redes sociais, o Facebook tem investido pesado em tecnologia desde o anúncio do AR Studio.

É uma ferramenta para desenvolvedores de realidade aumentada, que facilitar a vida de quem deseja incorporar experiências com tecnologias imersivas no Facebook e Messenger.

Para a maior rede social do mundo, é preciso ampliar o ecossistema de conteúdos multimídia. O Facebook já havia apresentado o novo modo de câmera dentro de seu aplicativo móvel que permite o compartilhamento de fotos e vídeos utilizando máscaras, molduras e filtros interativos.

Em outubro do ano passado, a empresa introduziu a capacidade de adicionar conteúdos 3D interativos. Os posts em 3D suportam o formato padrão de arquivo glTF 2.0, que permite texturas, iluminação e renderização realista de objetos irregulares ou com brilho.

Os novos pontos finais de gráficos API permitem que os desenvolvedores construam aplicativos de modelagem 3D e compartilhem as reproduções diretamente no feed de notícias, criando sites que exibem as postagens em 3D.

Os usuários podem arrastar e soltar objetos 3D no feed, e levar posts 3D para interagir no Espaço Facebook, uma área com salas em realidade virtual (VR) da rede social. O objetivo é fazer com que os usuários se sintam livres e confortáveis utilizando criações personalizadas em um aplicativo de modelagem 3D, compartilhando-as diretamente no feed de notícias e levá-las para o Espaço Facebook, onde poderão brincar e interagir com a produção.

 

O que é glTF 2.0

Trata-se de uma espécie de JPEG do 3D, facilitado por intermédio do suporte da Google, da Microsoft e da Sony. Se o usuário possuir um objeto 3D em outro formato, o Facebook promove a conversão em código aberto no GitHub, para que não haja maiores complicações na hora de postar um tipo específico de arquivo.

Ao compartilhar uma publicação em 3D, o usuário poderá escolher uma cor e uma textura de fundo para personalizar. O Facebook espera manter um fluxo de uploads simples e funcional, portanto, estes posts de alta tecnologia não exigirão grandes habilidades ou domínio especializado.

Veja outras ferramentas do Facebook:

  • Frame Studio

É uma ferramenta web que permite a qualquer página ou perfil do Facebook criar molduras para as fotos de perfil ou via nova câmera da rede social. As molduras criadas pelo Frame Studio aparecem na opção câmera de amigos ou fãs das páginas. Os efeitos irão incluir o nome do criador, tanto no post do feed de notícias, quanto no vídeo. O Frame Studio já está disponível para todos.

  • AR Studio

O AR Studio é um software para criação de realidade aumentada que está na versão beta fechada para macOS. Permite que artistas e desenvolvedores possam criar suas próprias experiências em realidade aumentada com molduras animadas, máscaras e efeitos interativos com capacidade para responder a movimentos, ação de espectadores de transmissões (live) e dados de terceiros. Todo o conteúdo produzido a partir do AR Studio está disponível na nova câmera do Facebook.

A plataforma beta tem possui três elementos-chave:

1- Face Tracker: algoritmo operacional que interpreta o que a câmera exibe em tempo real, podendo rastrear o rosto e permitindo que criadores produzam máscaras que se encaixem e respondam aos movimentos faciais sem que haja a necessidade de escrever uma linha de código sequer.

2- Sensor Date: permite aos desenvolvedores criar efeitos no qual as pessoas podem mover o smartphone ao redor do mundo projetado de forma completamente virtual.

3- Sripting APIs: APIs (Interface de Programação de Aplicações) são conjuntos de rotinas e padrões de programação que permite a construção de aplicativos. Permitem acessar e baixar dados das ações dos usuários para modificar os efeitos em tempo real e funcionam através da comunicação entre diversos códigos, definindo comportamentos específicos de determinados objetos em uma interface.

 

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Os vídeos 360 viraram febre e fazem tremendo sucesso nas redes sociais. Esse formato vem recebendo investimentos cada vez maiores com o intuito de oferecer experiências imersivas e memoráveis para os usuários do mundo todo.

Vídeos vinculados à internet podem engajar o público e ajudam a transmitir o propósito das marcas. No festival SXSW dos últimos dois anos, foi possível notar o interesse e investimentos em produções de vídeos 360.

A tecnologia tem sido a grande responsável pelas mudanças de consumo e comportamento das pessoas. A presença desses vídeos nos dispositivos móveis passou a ter grande relevância para as marcas.

No entanto, a criação de vídeos 360 não será impactante se não houver histórias interessantes a serem contadas. Ou seja, é fundamental criar um conteúdo relevante para que o recurso proporcione uma experiência diferenciada, interessante e memorável para os usuários.

No vídeo 360° é possível mostrar todos os pontos de vista de uma cena. Nesse caso, não existe mais o “atrás da câmera” e o espectador tem total liberdade para olhar qualquer ângulo do espaço filmado. Isso graças a uma câmera especial, ou um conjunto delas, capaz de filmar a cena em todos os seus ângulos.

O Facebook, maior rede social do mundo, aposta no formato. O CEO da empresa, Mark Zuckerberg, postou um vídeo na sua rede social, explicando como funciona a tecnologia que a empresa utiliza para criar vídeos em 360 graus.

David Pio, engenheiro de software da rede social, explica que a imagem capturada em 360 graus é dividida em seis regiões diferentes, como seis faces de um cubo em volta do espectador: em cima, abaixo, à esquerda, à direita, à frente e atrás. Conforme o espectador observa partes diferentes do vídeo, as “faces do cubo” carregadas pela plataforma se alteram de forma dinâmica.

De acordo com Zuckerberg, os vídeos no Facebook saltaram de 1 bilhão de visualizações por dia para mais de 8 bilhões no decorrer de um ano. Mark considera os vídeos 360 um diferencial do Facebook quando o assunto é vídeos.

Para a Google Academy, “os vídeos em 360 foram criados para que o público vivencie e interaja com o conteúdo. Os espectadores desfrutam de uma visualização imersiva e cada pessoa pode escolher para onde quer olhar.”

Os conteúdos 360° podem ser captados em locais abertos, ambientes fechados, em alto mar, mergulhando em rios, captados com drones e de muitas outras maneiras. Também é possível criar esses conteúdos por meio de softwares de modelagem 3D.

O conteúdo 360° possui um grande potencial comercial e de marketing. Você já cogitou experimentar uma câmera, um acessório ou um app para fazer filmagens em 3D e promover produtos e sua marca?

 

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Soluções em realidade aumentada vieram para ficar e estão cada vez mais presente no nosso dia a dia. Ela está sendo amplamente utilizada em feiras e eventos para chamar a atenção, cativar o público e realizar novos negócios.

South By Southwest (SXSW), festival de economia criativa que acontece em Austin (EUA), tem sido marcado por projetos de realidade aumentada. Empresas e marcas de diversos segmentos investiram em ações que integram universo online e offline para garantir maior destaque entre tantas atrações interessantes do evento.

realidade aumentada é utilizada por marcas que desejam oferecer experiência diferenciada para seus consumidores. Sua aplicação permite imersão e maior envolvimento, sendo utilizada para promover novos produtos e promoções.

E é exatamente o que está fazendo a Lego. Apostando em soluções de realidade aumentada, a equipe digital da Lego chegou na final do Innovation Showcase Awards, competição de inovação corporativa organizada pela KPMG.

O projeto apresentado tem como base um scanner 3D integrado a um aquário digital. Após a montagem de peixes com os bloquinhos, os usuários colocam as peças na máquina. O sistema cria então uma versão digital dos peixes, que podem interagir na tela com um cardume criado por outros usuários. Segundo Soren Holme, produtor digital da Lego, a ideia é “oferecer uma experiência divertida e permitir que os consumidores experimentem os produtos de outras maneiras”.

A experiência em realidade aumentada da Lego está disponível apenas aos visitantes do museu Casa Lego, na Dinamarca. Ainda não há previsões de lançamento comercial da plataforma.

Ainda de acordo com Holme, a empresa tem interesse em soluções que ofereçam novas experiências digitais para os seus consumidores. “Esse tipo de experiência tem como objetivo nos ajudar a mapear os melhores caminhos para fazer essa integração entre brinquedos virtuais e analógicos”, afirma.

No mercado é possível encontrar inúmeras possibilidades de entreter o consumidor de forma inovadora com conteúdos multimídia, objetos sensoriais, óculos de realidade virtual e outras ferramentas tecnológicas.

Fazer uso de soluções tecnológicas, como a realidade aumentada, é um diferencial para qualquer marca, pois agrega valor aos negócios, promove assertividade, inteligência e inovação, além de proporcionar vivência imersiva, interativa e memorável aos consumidores.

Várias grandes marcas já promoveram ações com realidade aumentada, sempre surpreendendo e cativando o público, criando engajamento e tendo muito retorno financeiro.

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O uso de tecnologias normalmente significa a possibilidade de novos negócios.

Uma tendência que ganha cada vez mais adeptos é a realidade aumentada como forma de alavancar os negócios.

Em plena expansão, a realidade aumentada atrai empresários de diversos setores em busca de novas oportunidades de negócios.

Realidade Aumentada é a sobreposição de objetos e imagens no ambiente virtual por meio de algum dispositivo tecnológico. É uma tecnologia que permite que o mundo virtual seja misturado ao real, abrir novas dimensões na maneira como executamos tarefas.

A realidade aumentada promove a interação diferente do usuário com o objeto e com o meio. Novas experiências e conteúdos podem ser criados com o uso da tecnologia.

A tecnologia já está transformando as comunicações empresariais, a logística, a manufatura, a análise, o design de produtos, o treinamento, o marketing, o serviço de campo e muito mais.

Com a realidade aumentada é possível imaginar os usuários de tablets sentados ao redor de uma mesa de conferência e, ao olhar para suas telas, todos os participantes da reunião verão os mesmos gráficos 3D, o mesmo protótipo virtual, o mesmo globo ou o mesmo holograma.

As apresentações em PowerPoint projetadas na parede darão lugar à apresentação de dados em 3D e holográficos exibidos em realidade aumentada no meio da sala e com a presença remota de outros participantes que terão acesso às mesmas imagens.

Os desenvolvedores de realidade aumentada concentram seus esforços em dispositivos móveis, pois os tablets e smartphones já possuem os elementos básicos e necessários para a conexão com essa tecnologia: telas, processadores, câmeras, sensores de movimentos e capacidade para executar aplicativos.

O Vale do Silício, EUA, está na corrida para otimizar os dispositivos móveis para a realidade aumentada. Rumores e anúncios sugerem que os fabricantes de smartphones estão lutando para superar uns aos outros no mercado com vantagens convincentes em realidade aumentada.

O laser do iPhone

A Apple está tentando construir um sistema 3D a laser voltado para a parte traseira do próximo iPhone 8. É possível que o novo componente possa ser introduzido em um modelo posterior.

O objetivo do sistema, envolvendo gerador de raio laser, lente e chip – é medir com rapidez e precisão a distância, não só para um foco automático mais rápido para a câmera (especialmente útil na luz baixa), mas também para uma melhor colocação de objetos virtuais no espaço físico com aplicativos de realidade aumentada.

O novo elemento de hardware melhoraria o posicionamento preciso de objetos virtuais dentro de aplicativos criados com o ARKit da Apple no sistema atual.

Smartphone Surface e o mistério da Huawei

Brad Sams, editor executivo da Thurrott, disse que a Microsoft está trabalhando em um dispositivo Windows 10 da linha Surface otimizado para a realidade aumentada. Segundo Sams, os protótipos dos dispositivos já estão sendo aprovados no campus da empresa.

O aspecto promissor deste boato é que, ao que parece, o projeto é liderado pelo chefe da HoloLens, Alex Kipman. Isso significa que, assim como o Hydrogen One, um novo telefone Surface seria projetado principalmente para a realidade aumentada.

Vazamentos em torno do próximo smartphone Mate 10 da Huawei indicam um hardware específico para realidade aumentada, mas desconhece-se exatamente quais são esses componentes ou como impulsionam a tecnologia.

Telefone holograma

Red anunciou planos de lançar um smartphone Android no primeiro trimestre do ano que vem chamado Hydrogen One.

Segundo a empresa, a tela do telefone, batizada de “exibição holográfica de hidrogênio”, poderá mostrar conteúdo holográfico 3D sem óculos especiais. O fundador da companhia, James Jannard, disse que não se tratava de uma lente tradicional, mas uma que usaria uma nova tecnologia que utiliza a tecnologia de exibição “multivisão”.

Por causa da realidade aumentada, os smartphones precisarão de sensores especiais e poder de processamento maciço. Talvez o maior evento que já tenha acontecido no mundo da realidade aumentada foi o anúncio da Apple de seu ARkit para desenvolvimento de apps para o próximo iOS 11.

A realidade aumentada em dispositivos móveis irá se popularizar rapidamente e usuários de smartphones irão escolher seus telefones baseados nas capacidades de realidade aumentada, assim como eles escolhem baseado na qualidade de suas câmeras.

 

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Realidade virtual trata-se de um ambiente criado em três dimensões por computadores.

As pessoas podem interagir neste ambiente de forma imersiva.

A realidade virtual induz efeitos visuais, sonoros e até mesmo táteis, por meio do ambiente virtual, iludindo os sentidos do usuário desta tecnologia e criando um ambiente simulado, interativo ou não.

As tecnologias atuais permitem interpolações (inserções e/ou complementações intercaladas) de imagens tão velozes que os efeitos tridimensionais são impressionantes.

Os óculos modernos são capazes de interagir com sincronicidade com os movimentos da cabeça do usuário. A imagem gerada não permanece estática, ou seja, acompanha a movimentação do seu usuário.

A realidade virtual pode ser aplicada em diversas áreas, criando ambientes de simulação completamente inseridos na realidade virtual. A realidade virtual aplicada no mercado imobiliário está cada vez mais comum.

O uso de óculos de realidade virtual deixa para trás stands de vendas e apartamentos decorados, podendo, além de economizar espaço, trazer interatividade à vivência, tornando uma experiência agradável e surpreendente para o consumidor.

Os agentes imobiliários têm a possibilidade de visitar imóveis em um segundo, sem a necessidade de locomoção, para certificar-se de que são adequados para seus clientes.

Os profissionais dessa área podem utilizar a realidade virtual para orientar novas contratações e acordos. Também é possível a visitação em locais que ainda não foram construídos para se ter uma ideia do layout do imóvel.

A realidade virtual ganhou destaque no mercado imobiliário. A busca e adoção de softwares, aplicativos de realidade virtual tiveram um aumento significativo nos últimos meses e esse número tende a aumentar ainda mais entre as construtoras e imobiliárias.

Imóveis decorados físicos, maquetes e folders ainda serão utilizados, mas de forma bem mais contida, pois não são mais tão essenciais para a venda de imóveis e, sobretudo, porque essas estratégias não geram mais vendas.

As pessoas estão cada vez mais conectadas. Os clientes buscam informações relevantes e diferenciadas para a tomar a decisão de compra e fazem isso no conforto de sua casa ou escritório através de alguns cliques.

Os clientes não querem ficar rodando pela cidade em visitas aos imóveis. Isso resulta em perda de tempo e de dinheiro. As vendas de imóveis não precisam ficar restritas a locais físicos e agendas pessoais. Um cliente não precisa necessariamente visitar os imóveis com os corretores.

A conexão com a internet e a mobilidade mudaram o comportamento do consumidor. O mercado imobiliário está se adequando a esse novo comportamento.

Já é possível observar mudanças nos modelos, processos e softwares usados nas áreas de marketing e comercial de construtoras e imobiliárias.

Assim como outras ferramentas, a realidade virtualé uma das soluções que já estão coexistindo em paralelo aos antigos modelos de vendas. O conceito físico será cada vez mais substituído pelo virtual.

A promoção de uma experiência de compra positiva é determinante. A experiência é um fator decisivo para a concretização de um negócio e a realidade virtual promove uma experiência de compra memorável ao cliente.

As visitas presenciais são praticamente todas substituídas por visitas virtuais. Visitar os imóveis utilizando ferramentas de realidade virtual faz com que o processo de vendas seja mais confortável aos clientes e menos oneroso aos corretores.

A realidade virtual ajuda a preencher lacunas de desempenho, desenvolver habilidades e transmitir conhecimentos de forma mais eficaz e atrativa, promovendo momentos valiosos para os clientes e os encantando com uma experiência de compra imersiva, realista, sensorial e relevante.

Para estar sempre à frente da concorrência é fundamental ficar atento e aderir as tendências do mercado. Projetos com aplicações de realidade virtual são arrojados, inovadores e impactantes, agregando todos esses valores às vendas e aos negócios.

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A realidade virtual e a realidade aumentada são o futuro da computação.

As grandes companhias, como Microsoft, Apple e Google estão investindo cada vez mais em produtos de tecnologia VR e AR.

Gigante das redes sociais, o Facebook tem investido pesado em tecnologia e anunciou o AR Studio para desenvolvedores de realidade aumentada, com ferramentas para facilitar a vida de quem deseja incorporar experiências com tecnologias imersivas no Facebook e Messenger.

O Facebook pretende aumentar ainda mais a disponibilidade de ferramentas de realidade aumentada para que desenvolvedores e entusiastas possam ampliar seu portfólio.

O Facebook já havia apresentado o novo modo de câmera dentro de seu aplicativo móvel que permite o compartilhamento de fotos e vídeos utilizando máscaras, molduras e filtros interativos.

Para a maior rede social do mundo, é preciso ampliar o ecossistema de conteúdos multimídia. Os apps de máscaras e filtros são extremamente populares, no entanto, esses apps têm alto custo de desenvolvimento, exigindo bons softwares e mão de obra qualificada.

O Facebook anunciou o Camara Effects Plataform (Plataforma de Efeitos de Câmera) como um ecossistema que vê na realidade aumentada grande potencial de escala.

O desafio é criar conteúdo, no entanto, para isso é necessário que existam criadores. Pensando nisso, o Facebook trabalha com duas ferramentas gratuitas que permitem que a comunidade crie espectros completos de efeitos de câmera, desde molduras mais simples à experiências completas e interativas de realidade aumentada.

A realidade aumentada tem um grande potencial de aplicação corporativa, por isso, a empresa acredita e aposta mais na realidade aumentada, ainda que continue investindo em realidade virtual.

Novos efeitos já foram disponibilizados como parte do programa AR Studio para quem já utiliza o Facebook Live. Quem se cadastrar e se tornar um desenvolvedor de efeitos pode criar, em tempo real, efeitos para utilizar em transmissões ao vivo, tornando as lives ainda mais envolventes.

As ferramentas do Facebook

  • Frame Studio

É uma ferramenta web que permite a qualquer página ou perfil do Facebook criar molduras para as fotos de perfil ou via nova câmera da rede social. As molduras criadas pelo Frame Studio aparecem na opção câmera de amigos ou fãs das páginas. Os efeitos irão incluir o nome do criador, tanto no post do feed de notícias, quanto no vídeo. O Frame Studio já está disponível para todos.

  • AR Studio

O AR Studio é um software para criação de realidade aumentada que está na versão beta fechada para macOS. Permite que artistas e desenvolvedores possam criar suas próprias experiências AR com molduras animadas, máscaras e efeitos interativos com capacidade para responder a movimentos, ação de espectadores de transmissões (live) e dados de terceiros. Todo o conteúdo produzido a partir do AR Studio está disponível na nova câmera do Facebook.

A plataforma beta tem possui três elementos-chave:

1- Face Tracker: algoritmo operacional que interpreta o que a câmera exibe em tempo real, podendo rastrear o rosto e permitindo que criadores produzam máscaras que se encaixem e respondam aos movimentos faciais sem que haja a necessidade de escrever uma linha de código sequer.

2- Sensor Date: permite aos desenvolvedores criar efeitos no qual as pessoas podem mover o smartphone ao redor do mundo projetado de forma completamente virtual.

3- Sripting APIs: APIs (Interface de Programação de Aplicações) são conjuntos de rotinas e padrões de programação que permite a construção de aplicativos. Permitem acessar e baixar dados das ações dos usuários para modificar os efeitos em tempo real e funcionam através da comunicação entre diversos códigos, definindo comportamentos específicos de determinados objetos em uma interface.

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