Author: agflex

Para reter a atenção dos usuários, as organizações precisam inovar. É preciso ser criativo e ofertar interações que emocionam, trazendo inovação nas experiências vividas.

E isso pode – e deve – estar inserido em um contexto que contemple não apenas os clientes externos, mas especialmente os internos, já que eles são os maiores propagadores dos negócios caso estejam satisfeitos com o que realizam.

Assim, empresários e gestores escolares vêm apostando no uso das tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada para proporcionar um conteúdo envolvente dentro de um meio de distribuição inovador no treinamento de seus funcionários.

Qual a diferença entre estas duas tecnologias?

A realidade virtual (RV) pode ser definida como um ambiente virtual tridimensional que imita a realidade o mais próximo possível.

Já a realidade aumentada (RA), como o próprio nome diz, aumenta a realidade fornecendo informações digitais sobre o que o usuário está vendo.

Pokémon Go e Snapchat filtros são os dois exemplos mais conhecidos de aplicações de realidade aumentada atualmente.

Enquanto a RV leva você para longe do mundo onde está inserido para transportá-lo para outro lugar, a realidade aumentada aumenta o mundo em que você está, melhorando-o com informações visuais complementares.

Por manter as pessoas no mundo real, os especialistas apostam que a realidade aumentada abrangerá um mercado muito maior que a realidade virtual, já que é possível rodá-la na maioria dos smartphones e tablets, o que não acontece com a realidade virtual, em que os equipamentos são mais específicos e não muito baratos.

Um óculos RA – uma junção do seu smartphone numa espécie de Google Cardboard -permite você ver e interagir em “ambos os mundos”.

Realidade Aumentada para treinamento

Tanto a RV como a RA estão sendo exploradas como novas ferramentas de treinamento, uma vez que ambas já estão estabelecidas na indústria de games e entretenimento. O desafio é transferir conhecimento e fazer com que o mesmo seja retido pelos usuários de uma forma mais eficaz do que os métodos tradicionais.

Ideias de como utilizar as tecnologias

Nas empresas, óculos de realidade aumentada podem ser utilizados, por exemplo, pelos operários. Eles podem assistir a um vídeo específico enquanto consertam um equipamento.

Já nas escolas, alunos podem aprender história interagindo com um livro com conteúdo em realidade aumentada.

Um ambiente RV pode potencializar um treinamento para uma empresa de segurança, auxiliando a resolver um problema dentro de um laboratório, como se portar numa emergência dentro de uma plataforma para exploração de petróleo e até mesmo ter uma experiência única no seu primeiro dia de trabalho na sua nova empresa.

Vantagens na utilização das tecnologias AR e RV

  • Melhora na percepção do colaborador, professor ou estudante ao enxergar engajamento da empresa pela busca de novas formas de capacitação
  • Aumento da motivação
  • Melhoria na produtividade
  • Impacta positivamente os resultados da empresa

Orçamento

É possível começar com soluções mais simples, mas já com conteúdo exclusivo em realidade aumentada, passando a ambientes mais complexos e interativos com a realidade virtual.

Criar valor

Um ponto muito importante é gerar um conteúdo significativo que criará valor real e não simplesmente fazer uso de uma destas tecnologias porque “está na moda”.

Ter um propósito específico que gerará engajamento e aprendizado real é fundamental. Assim, a utilização da tecnologia deve sempre ser feito com bom senso.

Testar este treinamento com um grupo pequeno, fazer os ajustes necessários e avaliar os resultados são passos importantes antes de uma implementação em massa.

Cabe aos profissionais da área encontrar o equilíbrio entre conteúdo criativo, tecnologia e formatos de aplicação para fomentar o crescimento destas ferramentas dentro de escolas e empresas para formar profissionais cada vez mais preparados para enfrentar o seu dia-a-dia.

AI

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A Realidade Aumentada (RA) vem chamando cada vez mais a atenção das grandes empresas de tecnologia do mundo. E não poderia ser diferente, afinal, ela deve movimentar cerca de 200 bilhões de dólares nos próximos quatro anos. Nesse sentido, a novidade mais recente foi uma aquisição feita pela Apple. A gigante americana comprou a Akonia Holographics, startup focada no desenvolvimento de lentes para óculos de Realidade Aumentada.

Por isso, falaremos a seguir sobre essa aquisição da Apple e o cenário geral relativo à RA no âmbito das principais empresas de tecnologia do mundo. Confira!

Ações e pretensões da Apple em relação à Realidade Aumentada

Ao comprar a Akonia, a Apple demostra claramente a sua intenção de investir forte em RA. Embora os valores da negociação não tenham sido divulgados, a multinacional deve fazer vultosos investimentos na ampliação da startup. Até porque, segundo especulações recentes, a Apple deve lançar óculos ou headsets de RA nos próximos anos.

Isso nos levar a pensar que a empresa tem como estratégia reinventar os óculos, exatamente como aconteceu com os celulares. Sendo que, provavelmente não lançando modelos similares aos que já existem com essa tecnologia, mas sim óculos iguais aos tradicionais, que usamos para corrigir falhas na visão. E é por meio disso que talvez se concretize a possibilidade de eles substituírem os smartphones.

A Realidade Aumentada no âmbito das maiores empresas de tecnologia do mundo

Os principais players do mercado global de tecnologia (Google, Apple, Facebook…) estão investindo forte nas suas equipes de desenvolvimento de Realidade Aumentada, Virtual e Mista.

Além do destaque para a recente aquisição da Apple, a Google também tem se movimentado bem nesse sentido. Um exemplo disso foi o lançamento, em agosto (2018), dos óculos de realidade mista Magic Leap One. Eles foram desenvolvidos pela Magic Leap, que é uma startup americana sediada na Flórida e que recebeu investimentos de alguns bilhões de dólares por parte da Google.

O Facebook também caminha rumo à utilização dessas tecnologias. Tanto que a empresa já investe no Oculus Rift e em Realidade Virtual (RV). Ou seja, há um movimento muito firme de todas as grandes companhias tecnológicas no sentido de adotar definitivamente essas novas possibilidades. Sendo que comprar e/ou trabalhar com startups especializadas em RA, RM e RV é um dos melhores caminhos para isso.

Os altos valores desse mercado são (ainda) uma barreira

O principal aspecto que prejudica a popularização dos produtos que utilizam Realidade Aumentada ainda é o preço. É exatamente por isso que as grandes empresas de tecnologia, além da aquisição de startups, estão investindo forte em pesquisas e desenvolvimento de novas possibilidades dentro dessa área. E isso tende a gerar um declínio nos preços, mesmo que ainda demore alguns anos.

De qualquer forma, os principais produtos desse mercado têm valores bem elevados atualmente. A versão básica do Magic Leap One, por exemplo, custa 2.295 dólares. O valor é semelhante ao do Microsoft Hololens (US$ 3.000), que é o seu principal concorrente.

No caso específico dos óculos, também é necessário evoluir bastante no tocante à usabilidade. Muitos usuários destacam que eles ainda são desconfortáveis. E esse é um problema no qual as empresas devem trabalhar com o intuito de eliminá-lo.

Dessa forma, mesmo diante de apostas no sentido de que os óculos vão substituir definitivamente os smartphones, a tendência é que isso demore vários anos para se concretizar.

Conclusão

Apesar de ainda existirem muitos desafios para as empresas, a Realidade Aumentada é um caminho sem volta. E esse movimento dos principais players do mercado deixa isso bem claro. A tendência é que, além de baratear os produtos, essa “disputa” gere uma série de novidades dentro dessa área. E o resultado final de tudo isso é a disponibilização de alternativas cada vez mais ágeis e úteis para a nossa vida. Ou seja, todos nós temos muito a ganhar com esses avanços tecnológicos.

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